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Projetando com Design Thinking

January 8, 2016

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Tá pensando em dar um tapa na sua sala, quarto, cozinha? Então vá com calma e preste atenção nesses detalhes que fazem toda a diferença!

January 18, 2017

 

 

E lá vem aquela fase de prazer e dor!!!! Na hora de decidir fazer umas mudanças em casa, já começam a aparecer as dúvidas: Qual estilo seria o mais legal? Quais as tendências do momento? Quanto vou gastar? Onde é melhor comprar revestimentos, móveis, etc? Como escolher tecidos, luminárias?

 

S E N H O R!!! São tantas preocupações e dúvidas que essa experiência acaba sendo angustiante até mesmo antes de começar!

 

Então, vou te falar algo que minha experiência de muitos anos como arquiteta me ensinou: antes de mais nada é preciso relaxar um pouco, ter um olhar amoroso para si próprio e começar o desafio de questionar o que realmente é necessário e o que se gosta de verdade. Tarefa fácil? Pode parecer que não, mas com algumas técnicas e um pouco de dedicação esta experiência vai sim ser divertida na sua vida!

 

Você vai se sentir melhor se estiver vivendo numa casa autêntica. Um lugar onde você pode se reconhecer no sentimento que o conjunto de escolhas feitas desperta em você. E essas escolhas não podem ser feitas isoladamente, caso contrário deixarão de ser harmônicas, pois não serão baseadas num propósito maior: o de promover uma ambientação que fale sobre você por meio de uma unidade capaz de revelar sensações.

 

Nada daquela situação em que o abajur da sua sala lembra da sua viagem pra algum outro país e que agora está disposto em cima de um móvel de tendência retrô que está na moda, mas que, conjuntamente não apresentam harmonia e não provoca em você sensações e sentimentos inspiradores.

 

Portanto, sugiro que você comece pela revolução do contra: sem essa de ir atrás de lojas descoladas ou indicadas por outros e trazer um pouco daqui e dali pra formar o ambiente de sua casa sem antes sentir de fato se isso tudo faz sentido pra você! 

 

Não caia no conto de um arquiteto ou lojista que te promete entregar sonhos sem nem conhecer direito seus anseios, receios e a parte de sua história que é fundamental pra definir uma nova cara pra sua casa...

 

Sem uma conexão empática que desperte em você o autoconhecimento e que provoque o seu próprio potencial criativo (algo indispensável pra que você se veja em tudo o que foi feito na sua casa), o que você vai conseguir será uma assinatura de um arquiteto que produz belos projetos com a identidade dele e sem a sua...

 

 

Nas moradias onde os gostos das pessoas são de fato expressos harmonicamente, a própria organização dos espaços é capaz de contar passagens e sensações vividas ou desejadas.

 

Quando você reconhece episódios e situações que fazem parte das suas memórias afetivas e consegue expressar isso na casa onde mora, por exemplo, a sua conectividade com esse lugar passa a ser de conforto, pois te lembra significados e valores relevantes.

 

Essa materialização de sensações e emoções propicia a identificação do que faz bem a você; É muito bom poder se apropriar das suas capacidades de revelar ao mundo quem você realmente é e do que você gosta. Trata-se de uma sensação de empoderamento muito legal pra quem busca evoluir pelo autoconhecimento.

 

Mas como fazer isso? Como identificar os elementos ou características que podemos incorporar na nossa casa para que ela converse com nosso jeito de ser? Não existe uma receita única... mas se pode explorar algumas técnicas capazes de provocar questionamentos, além de uma visão mais prazerosa de apreciar o mundo ao redor.

 

Quando criamos uma ambientação física capaz de trazer alegria e que nos remete a bons momentos, temos o essencial pra criar uma ligação emocional com o lugar onde moramos. 

 

Algumas dessas técnicas são as ferramentas usadas nas teorias do "Design Thinking", como os mapas mentais e de empatia. Também é sempre bom ter o auxílio de um profissional de arquitetura que valorize a sensibilidade afetiva das pessoas e que esteja disposto a "calçar os sapatos" dos clientes!

 

  

Essa iniciativa de olhar mais para si antes de começar a querer mudar tudo ao nosso redor amplia muito nosso potencial criativo e intuitivo e nos faz perceber os espaços por uma perspectiva mais humanizada.

 

Isso tudo pode parecer complexo, mas essas ferramentas que mencionei são simples, acessíveis, divertidas e democráticas, ou seja, feitas para todos que tenham interesse em conhecer mais sobre si e usufruir de seus gostos pessoais. Assim, a reforma da casa vai começar com uma experiência boa e com a segurança de você chegar num resultado que te agrade e que conte uma história de vida: a sua!

 

 


 

 

 

 

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Mare de Campos  arquiteta

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